Existe aquele tipo de piada que, de tão ridícula e sem graça, morremos de rir ao ouvi-la. Esta é a minha preferida:
Sujeito entra na padaria e pede:
- Você tem pão redondo?
- O pão redondo acabou, só temos o quadrado, responde o padeiro.
- Ah, pode ser, minha bicicleta é amarela...
Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha... é realmente hilária! Eu acho espetacular! E o mais interessante de tudo isso é ver a cara de bobo do ouvinte, achando que não entendeu a piada sem saber que não há nada para entender, mesmo!
(será que estou ficando louco??)
quinta-feira, 3 de abril de 2003
Pois é, venci a barreira dos 100. São 106 visitas no exato momento em que escrevo estas mal-traçadas linhas. Pode parecer pouco para os blogueiros de carreira, há mais tempo no mercado, mas estou satisfeito. Alguém leu o que escrevi e, tenha gostado ou odiado, passou a conhecer um pouquinho sobre mim - uma partícula mínima que seja - e sobre o que eu penso. Agora a próxima champanhe espero estourar quando ultrapassar a barreira dos 1000 acessos. Conto com a ajuda de todos, nem que seja para entrar, ler e falar mal, pois pior do que a crítica mais ferrenha é a indiferença. "Falem mal mas falem de mim."
P. S.: A champanhe citada é simbólica, eu odeio champanhe! Só bebo cerveja e vinho, bebidas de macho.
P. S.: A champanhe citada é simbólica, eu odeio champanhe! Só bebo cerveja e vinho, bebidas de macho.
terça-feira, 1 de abril de 2003
Recebi esta por e-mail, ontem, do meu irmão. Ele disse que é a minha cara. Será?
"Algumas vezes, quando reflito acerca de toda a cerveja que já bebi, me sinto envergonhado. Mas logo vejo além do copo e penso nos rabalhadores da cervejaria, seus sonhos e esperanças. Se eu não bebesse esta cerveja, eles poderiam perder seus empregos e todos os seus sonhos se veriam desfeitos.
Portanto, eu digo: É melhor que eu beba esta cerveja, permitindo que seus sonhos se tornem realidade, do que eu seja egoísta e me preocupe com meu fígado."
Jack Handy
"Algumas vezes, quando reflito acerca de toda a cerveja que já bebi, me sinto envergonhado. Mas logo vejo além do copo e penso nos rabalhadores da cervejaria, seus sonhos e esperanças. Se eu não bebesse esta cerveja, eles poderiam perder seus empregos e todos os seus sonhos se veriam desfeitos.
Portanto, eu digo: É melhor que eu beba esta cerveja, permitindo que seus sonhos se tornem realidade, do que eu seja egoísta e me preocupe com meu fígado."
Jack Handy
Karl Marx, filósofo e economista alemão, lutou bravamente contra a exploração do trabalho pelo capital. Juntamente com Friedrich Engels, escreveu uma das maiores e mais influentes obras político-econômicas do século XIX, O Capital: uma crítica ao capitalismo e à violenta apropriação da mão-de-obra da classe operária, imposta por este regime político, através da mais-valia (quantidade de horas trabalhadas que não retorna ao trabalhador em forma de salário, mas sim em forma de lucro ao capitalista) e a apresentação de uma proposta alternativa de sociedade, o socialismo.
Pois nos dias atuais presenciamos uma paradoxal situação. O trabalhador que outrora lutou contra a exploração da sua mão-de-obra, hoje vive uma busca incessante de algum capitalista que queira lançar mão da sua mais-valia. Ele chegou à lamentável conclusão de que necessita ser explorado para não morrer de fome. Com o advento da informática e da automação industrial, o ser humano tornou-se dispensável no processo produtivo dos tempos modernos. Quando muito, ele representa não mais do que uma peça totalmente descartável em casos de iminente instabilidade econômica. Essa situação é humilhante e degrada o ser humano no que lhe é mais importante para que leve uma vida digna: sua honra.
O grande poeta e compositor Gonzaguinha já dissera em seus versos:
[...] seu sonho é sua vida
e vida é trabalho
e sem o seu trabalho
o homem não tem honra
e sem a sua honra
se morre, se mata [...]
(Guerreiro Menino)
O capitalismo é excludente e concentrador de renda, e não gera nenhuma contrapartida em termos de benefícios à sociedade. O capitalista só pensa em si, seu egoísmo o despe de qualquer escrúpulo a ponto de transformá-lo num monstro capaz de exterminar o seu semelhante para garantir o seu lucro.
Pois nos dias atuais presenciamos uma paradoxal situação. O trabalhador que outrora lutou contra a exploração da sua mão-de-obra, hoje vive uma busca incessante de algum capitalista que queira lançar mão da sua mais-valia. Ele chegou à lamentável conclusão de que necessita ser explorado para não morrer de fome. Com o advento da informática e da automação industrial, o ser humano tornou-se dispensável no processo produtivo dos tempos modernos. Quando muito, ele representa não mais do que uma peça totalmente descartável em casos de iminente instabilidade econômica. Essa situação é humilhante e degrada o ser humano no que lhe é mais importante para que leve uma vida digna: sua honra.
O grande poeta e compositor Gonzaguinha já dissera em seus versos:
[...] seu sonho é sua vida
e vida é trabalho
e sem o seu trabalho
o homem não tem honra
e sem a sua honra
se morre, se mata [...]
(Guerreiro Menino)
O capitalismo é excludente e concentrador de renda, e não gera nenhuma contrapartida em termos de benefícios à sociedade. O capitalista só pensa em si, seu egoísmo o despe de qualquer escrúpulo a ponto de transformá-lo num monstro capaz de exterminar o seu semelhante para garantir o seu lucro.
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